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Indicadores de outubro apontam Natal com mais contratações temporárias e consumo, diz Fecomércio/AC

Segundo dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), na última semana, a projeção de vendas calculadas para o Natal, neste ano, deve movimentar R$ 34,7 bilhões, um avanço de 4,8% quando comparado ao mesmo período do ano passado em todo o País. De acordo com o assessor da presidência para assuntos econômicos, Alex Barros, os indicadores do mês de outubro foram recebidos com otimismo, já que aponta a volta do consumo das famílias, o início da retomada da economia e o aumento na contratação.

De acordo com Barros, na composição do Produto Interno Bruto (PIB), na ótica da demanda, o consumo da família apresenta um número satisfatório de 63,4%. “Isso demonstra a confiança das famílias para voltar a consumir. Um dos fatores que contribuíram para o resultado apresentado foi à taxa de inflação, medida pelo IPCA [Índice de Preços ao Consumidor] que, em 2016, apresentava uma taxa de 9,0% contra os 2,5% apresentados no mês de setembro do ano corrente. Juntado a isso, tivemos ainda, a queda do endividamento das famílias e uma inadimplência controlada”, afirma.

O assessor acredita ser esta a razão de o pessimismo, em relação ao futuro, começar a dar lugar a um otimismo moderado. “Exemplificado pelo comportamento do indicador de emprego, que registra, pela primeira vez desde novembro de 2014, mais empresas prevendo aumento maior que redução no quadro de colaboradores”.

Expectativa no aumento de vendas

Segundo Alex, o cenário atual apresenta uma tendência no aumento das contratações – principalmente temporárias – na microrregião de Rio Branco. “Que poderão chegar, numa variação absoluta, de 500 postos de trabalho. Isso acontece, principalmente, pela expectativa do aumento de vendas, com previsão de crescimento de 5% no Natal de 2017 em relação ao ano passado”, diz.

Este já seria, para o assessor, um excelente sinal, tendo em vista os resultados da Pesquisa Mensal do Comércio ainda em dezembro de 2016. “Que apresentou uma variação acumulada de 12 meses de -0,9%”, reitera.

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