05/10/2015 às 11:43 - Atualizado em 02/02/2018 às 16:37

Dirigentes e funcionários do Sistema Fecomércio se reúnem com Major Rocha e Luiz Gonzaga

Apresentar a parlamentares algumas ações do Sistema S no Acre e conseguir apoio para evitar o aumento de impostos e o corte de investimentos. Esta era a intenção de diretores e funcionários do Sistema Fecomércio, que se reuniram nesta sexta-feira, 3, na sede da Federação, com os deputados federal Major Rocha (PSDB/AC) e estadual Luiz Gonzaga (PSDB/AC).
O Sistema Fecomércio engloba servidores do Sesc e Senac, instituições que fazem parte do chamado Sistema S. O presidente da Fecomércio/AC, Leandro Domingos, ressaltou, durante a reunião, a importância do Sistema para toda a sociedade. "Um confisco de 30% no Sistema S geraria problemas terríveis, que vão desde a redução no número de escolas [do Sistema S] a uma diminuição no quadro de funcionários. Nesta situação, nós, do comércio, estamos unindo forças, e fazendo uma campanha para evitar esta problemática, além da criação de mais impostos", salientou.

Domingos lembrou, ainda, que Rocha fez um pronunciamento em defesa do Sistema S, pedindo que a legislação não fosse mudada. "Estamos buscando apoio e faremos uma conscientização junto à população para mostrar que não somos nós que temos que pagar por esta situação", refletiu.

O primeiro-secretário da Fecomércio/AC, Valdemir Nascimento, disse que são em períodos como este em que deve ser mostrado à sociedade o real papel das entidades de classes e da própria federação. "Que vêm para defender não apenas os empresários, mas todos. Queremos apresentar como funciona o Sistema a toda sociedade e à classe política", explica.

Foram apresentados dados relativos às ações desenvolvidas pelo Sesc e Senac no Estado e os resultados negativos caso  os investimentos no Sistema S fossem cortados. No Senac, apenas para citar como exemplo, haveria a redução de 8 mil matrículas em cursos profissionalizantes; enquanto que, no Sesc, cortes de, pelo menos, 366 servidores.

Rocha demonstrou preocupação com a situação e afirmou ter tomado a iniciativa de montar uma Frente em Defesa do Sistema S. "Não é uma luta partidária e, com os elementos que foram apresentados, é impossível que um parlamentar aceite. Eu fico ainda mais motivado com esta luta", finalizou.