31/08/2018 às 13:55

Fecomércio/AC participa de ato público sobre Violências no trabalho

Ascom Fecomércio/AC

Ironia, gritos, brigas, são algumas das características de violências no trabalho sofridas por colaboradores. Com o objetivo de alertar empresas públicas a privadas, a Justiça do Trabalho, realizou nesta sexta-feira, 31 de agosto, ato público em alusão ao tema “Violências no trabalho: enfrentamento e superação”. O evento contou com a participação de magistrados, procuradores, servidores, sindicatos, sociedade civil organizada e entidades afins do mundo do trabalho.

A iniciativa faz parte do Programa Trabalho Seguro, coordenado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) em conjunto com os tribunais regionais do trabalho, e visa discutir as principais violências psicológicas atualmente constatadas no meio laboral, tais como, assédio moral, assédio sexual, discriminação, violência organizacional, prevenção da violência, bullying, estratégias de pacificação no ambiente de trabalho, entre outras.

Egídio Garó, assessor da presidência e representante da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Acre - Fecomércio/AC, disse que o evento é muito importante para alertar empresários e funcionários públicos de modo geral, sobre este problema. “O assédio moral é um problema muito sérioe é que pode levar a consequências muito graves. Por isso, nós como representantes de uma categoria empresarial procuramos estar atentos a essas questões. De modo que através de eventos como este possamos levar informações sempre atualizadas”, explica Garó.

O procurador Anderson Silva, disse que era bem jovem quando sofreu assedio moral em seu local  de trabalho. “O assédio moral é algo muito delicado de lidar. Como foi dito neste evento, as consequências podem ser até irreversíveis. Quando um trabalhador procura a Justiça do Trabalho para relatar questões referentes a assédio moral, eu sei muito bem como é este sentimento. Eu tive a oportunidade de estudar e posteriormente passar em um concurso público. Mas existem muitas pessoas que não tem a mesma chance. Por isso, nosso objetivo é de alertar as pessoas sobre este grave problema”, ponderou o procurador.

 

Com informações: Secom/TRT14