17/05/2018 às 11:36

Mostra de cinema e musical maranhense fecham o último dia do Sesc Amazônia das Artes

O último dia de Amazônia das Artes vai contemplar os ritmos do Maranhão com o Show “Visões de Lampião”, no Teatro de Arena do Sesc, às 20h30
Ascom/Sesc O último dia de Amazônia das Artes vai contemplar os ritmos do Maranhão com o Show “Visões de Lampião”, no Teatro de Arena do Sesc, às 20h30

O Sesc Amazônia das Artes chega ao final após 10 dias de apresentações artísticas. O maior projeto de difusão cultural da Amazônia Legal começou em Rio Branco no último dia 08 de maio e terá seu encerramento nesta terça, 18, com a Mostra de Cinema e a apresentação musical “Visões de Lampião”, com Chico Nô e Zé Paulo do Maranhão. A entrada pra ambos os eventos é gratuita.

O Sesc Amazônia das Artes, uma mostra que estimula e difunde a cultura amazônica, tem como objetivo promover a circulação da produção cultural dessa região, formada pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, tendo o Piauí como convidado devido à sua proximidade geográfica e identificação sociocultural.

Espetáculo Musical

O último dia de Amazônia das Artes vai contemplar os ritmos do Maranhão com o Show “Visões de Lampião”, no Teatro de Arena do Sesc, às 20h30. O show faz uma viagem pela musicalidade nordestina, em especial a diversidade cultural do estado do Maranhão apresentado pelos compositores Chico Nô e Zé Paulo.

O show, de repertório autoral, transitou pela Quadrilha, Xote, Xaxado e Baião, Tambor de Crioula e Bumba-boi, nos sotaques da Ilha, Baixada, Zabumba e Orquestra, que compõem a festa mais bonita da região em que ninguém consegue ficar parado.

Mostra de Cinema

A Mostra em Rio Branco terá duas sessões: uma às 9 horas, na Biblioteca Pública; e outra às 19 horas, na Sala de Cinema do Sesc Centro, a entrada é gratuita. Os filmes que compõem a mostra são os documentários “Romana” e “Família Vida Nova”; o filme “Operário Biônico”, ambos do Tocantins; “Carta sobre nosso lugar”, do Amapá; “Pandorga”, do Mato Grosso; “Metempsicose”, do Acre; e “Meninx”, do Pará.