21/08/2018 às 13:15

Sesc lança “A Lenda da Cobra Grande”, de Enilson Amorim, no Dia Nacional do folclore brasileiro

Livro conta lenda da Cobra Grande
Arquivo Pessoal Livro conta lenda da Cobra Grande

O historiador e artista plástico Enilson Amorim lança nesta quarta, 22, às 19 horas, no Sesc Centro, o mais novo livro “A Lenda da Cobra Grande”. Amorim é autor de outras quatro obras infantis como Mapinguari a Lenda, Abelardo e o Curupira, Clarinha e o Boto e O Canto do Uirapuru, todas com temáticas baseadas no folclore amazônico.

A obra, com 34 páginas todas ilustradas em cores, foi executada com recursos públicos do Estado do Acre através da Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour (FEM) e financiada pelo Fundo Estadual de Cultura, e que também será lançada em formato digital pela editora da Universidade Federal do Acre (EDUFAC).

“Este livro é mais uma obra-prima dedicada ao povo acreano para ser enviada às livrarias e bibliotecas de nosso Acre, e cujo objetivo é preservar na memória das gerações futuras estas lendas e mitos de nossa região que foram contadas por índios e seringueiros e repassadas por nossos avós. Além disto, falo da importância de estarmos lançando este livro no dia Nacional do Folclore Brasileiro, visando relembrar estes contos orais que são de extrema importância para a cultural amazônica, haja visto que são eles que mais caracterizam a identidade de nossa cultura nacional”, disse Amorim.

Além do apoio proveniente do Estado do Acre para a publicação, a obra ainda conta com o apoio da EDUFAC e do Sesc no Acre. Durante a noite de autógrafos, o compositor Alberam Morais fará uma apresentação de músicas regionais.  

A obra

O livro

O historiador e artista plástico Enilson Amorim lança nesta quarta, 22, às 19 horas, no Sesc Centro, o mais novo livro “A Lenda da Cobra Grande”. Amorim é autor de outras quatro obras infantis como Mapinguari a Lenda, Abelardo e o Curupira, Clarinha e o Boto e O Canto do Uirapuru, todas com temáticas baseadas no folclore amazônico.

A obra, com 34 páginas todas ilustradas em cores, foi executada com recursos públicos do Estado do Acre através da Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour (FEM) e financiada pelo Fundo Estadual de Cultura, e que também será lançada em formato digital pela editora da Universidade Federal do Acre (EDUFAC).

“Este livro é mais uma obra-prima dedicada ao povo acreano para ser enviada às livrarias e bibliotecas de nosso Acre, e cujo objetivo é preservar na memória das gerações futuras estas lendas e mitos de nossa região que foram contadas por índios e seringueiros e repassadas por nossos avós. Além disto, falo da importância de estarmos lançando este livro no dia Nacional do Folclore Brasileiro, visando relembrar estes contos orais que são de extrema importância para a cultural amazônica, haja visto que são eles que mais caracterizam a identidade de nossa cultura nacional”, disse Amorim.

Além do apoio proveniente do Estado do Acre para a publicação, a obra ainda conta com o apoio da EDUFAC e do Sesc no Acre. Durante a noite de autógrafos, o compositor Alberam Morais fará uma apresentação de músicas regionais.  

A obra

O livro narra a história de uma pequena tribo composta por índios guerreiros que existiram a muito tempo atrás nos confins da Amazônia. Depois de algum tempo, nasce na tribo uma índia denominada “Colíbora”, que tem um comportamento não muito humano e que finda se casando com um assassino de árvores chamado “Apuí”. Da linhagem deste estranho casal, nasce uma grande serpente que vai causar um grande desequilíbrio ecológico na aldeia e um tremendo desconforto material e espiritual para aquela tribo. Naquela ocasião, o Pajé envia alguns dos seus melhores índios guerreiros para destruírem a serpente, mas o que eles não sabiam é que ela era invencível até que um grande mistério fosse revelado.

Sobre o autor

Enilson Amorim nasceu em 1974 em Rio Branco Acre.  É filho de migrantes nordestinos. Começou a trabalhar na imprensa acreana aos 17 anos no jornal ‘‘O Rio Branco’’, em 1995, local onde permaneceu exercendo a função de chargista durante oito anos. Por lá, idealizou com o editor Zacarias Pena Verde, um caderno infantil intitulado ‘‘O Riobranquinho’’, onde criava quadrinhos do Mapinguari e Curupira, diversificando ainda mais o conteúdo daquele jornal. Mas tarde, o jornalista foi trabalhar no periódico ‘A Tribuna’’, onde permaneceu como diagramador e caricaturista durante sete anos.

A carreira de Amorim foi marcada por inúmeras premiações locais e nacionais, tornando-se um dos mais renomados artistas de seu tempo e ainda um dos mais requisitados em terras acreanas. Atualmente, Amorim é graduado em História, possui uma especialização em Docência em Ensino Superior e trabalha com projeto que visa resgatar a cultura local e aplicá-la exclusivamente para o público infantil. 

Depois de algum tempo, nasce na tribo uma índia denominada “Colíbora”, que tem um comportamento não muito humano e que finda se casando com um assassino de árvores chamado “Apuí”. Da linhagem deste estranho casal, nasce uma grande serpente que vai causar um grande desequilíbrio ecológico na aldeia e um tremendo desconforto material e espiritual para aquela tribo. Naquela ocasião, o Pajé envia alguns dos seus melhores índios guerreiros para destruírem a serpente, mas o que eles não sabiam é que ela era invencível até que um grande mistério fosse revelado.

Sobre o autor

Enilson Amorim nasceu em 1974 em Rio Branco Acre.  É filho de migrantes nordestinos. Começou a trabalhar na imprensa acreana aos 17 anos no jornal ‘‘O Rio Branco’’, em 1995, local onde permaneceu exercendo a função de chargista durante oito anos. Por lá, idealizou com o editor Zacarias Pena Verde, um caderno infantil intitulado ‘‘O Riobranquinho’’, onde criava quadrinhos do Mapinguari e Curupira, diversificando ainda mais o conteúdo daquele jornal. Mas tarde, o jornalista foi trabalhar no periódico ‘A Tribuna’’, onde permaneceu como diagramador e caricaturista durante sete anos.

A carreira de Amorim foi marcada por inúmeras premiações locais e nacionais, tornando-se um dos mais renomados artistas de seu tempo e ainda um dos mais requisitados em terras acreanas. Atualmente, Amorim é graduado em História, possui uma especialização em Docência em Ensino Superior e trabalha com projeto que visa resgatar a cultura local e aplicá-la exclusivamente para o público infantil.