16/10/2015 às 20:04 - Atualizado em 02/02/2018 às 16:37

Sistema Fecomércio reúne-se para dizer #NãoaNovosImpostos

Presidente do Sistema, Leandro Domingos, conversou com funcionários acerca do momento do País

O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio/AC) se reuniu, na tarde desta sexta-feira, 16, com servidores da instituição, incluindo funcionários do Serviço Social do Comércio no Acre (Sesc/AC) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial no Acre (Senac/AC). O objetivo era lançar a campanha “Não a novos impostos”, desenvolvida pela entidade.

Segundo Domingos, a intenção da campanha sensibilizar as pessoas quanto à crise que está vivendo atualmente no País. “O que assola este problema, no momento, é a corrupção, impregnada em todos os poderes públicos. A única confederação que é independente do governo é a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo [CNC]”, explica.

Domingos citou, ainda, a fase de crescimento que está em desenvolvimento pela Fecomércio, principalmente no que diz respeito às instituições pertencentes ao Sistema S. “Hoje, temos de ter uma certa cautela em relação a estes investimentos. Estamos falando a respeito disso porque temos muito o que pensar para frente. Um dos setores que nunca teve crise no Brasil é o dos automóveis, e estamos vendo uma crise nesse sentido”, diz.

Ainda segundo Leandro, por conta da crise, o Governo Federal, ao invés de conter suas despesas, utiliza os impostos para repor os cofres. “No Brasil, estamos gastando mais do que arrecadamos, e como o governo tem o poder de criar novos tributos, estão criando novos impostos, que assolam a toda população”, afirma.

Domingos reitera que o Brasil paga uma das maiores cargas tributárias. “37% dos nossos produtos é de imposto. Isto é um absurdo. Não aguentamos. E o governo tem a pretensão da criação de mais um imposto, que é a CPMF. Tem muitos políticos dizendo que é um imposto justo, mas não é”, diz.

Para o presidente, os cidadãos têm de convocar seus candidatos eleitos e cobrar deles a não criação de novos impostos. “Principalmente porque o cidadão já paga demais”, finaliza.