17/05/2018 às 15:57

​Vendas crescem no mês de março, segundo Pesquisa Mensal do Comércio

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Segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de vendas do varejo brasileiro avançou 1,1% em março de 2018, quando comparado com o mês anterior; em relação ao mesmo período de 2017, as comercializações cresceram, em média, 7,8% nas dez atividades pesquisadas no varejo. Para o assessor da presidência para assuntos econômicos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Acre (Fecomércio/AC), Alex Barros, o resultado positivo aponta um reflexo das reformas macroeconômicas, como redução no índice de inflação e queda na taxa Selic.

​Ainda de acordo com o levantamento, na base comparativa, este seria o melhor mês de março desde 2012, quando o avanço chegou a 10,3%. Além disso, o estudo mostra um aumento significativo no setor automotivo, que cresceu 2,9%, na comparação com fevereiro, e já acumula avanço de 12% nos últimos cinco meses; quando verificado em relação a março do 2017, as vendas aumentaram, em média, 7,8%.

O assessor explica que, no Acre, esse reflexo também seria positivo e crescente. “No mês de janeiro, o índice alcançando foi de -1,4%; em fevereiro, de 3,3% e; em março, de 4,1%. O principal impulsionador das vendas é a redução dos preços, e isso é conseguido com o aumento do poder de compra dos consumidores”, afirma.

Alex fala, ainda, que seria inegável dizer que nunca alcançamos um patamar tão baixo de inflação. “Esse indicador, com certeza, causa efeitos que favorecem a economia, e o consumidor agradece”, finaliza.

Ainda por conta da aceleração do ritmo das vendas em relação ao ano passado, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou a projeção relativa ao aumento de vendas para o ano de 2018, subindo a expectativa de 5% para 5,4%. Para o cenário positivo, foi percebido, por parte da entidade, o barateamento do crédito em um ambiente de inflação baixa, além da perspectiva de novos cortes nos juros baixos.